Um bom serviço de limpeza de tanques offshore deve oferecer segurança e qualidade, obedecendo todas as normas e leis, garantindo assim a satisfação do cliente, a melhoria dos processos, a preservação do meio ambiente e a prevenção de acidentes.
O processo de limpeza demanda planejamento, e principalmente, confiabilidade de prazo de execução dos serviços que podem impactar toda a operação de tanques offshore. Por isso, a C-Tank conta com uma equipe completa e capacitada para realizar a limpeza de tanques offshore com os mais diferentes tipos de resíduos, desde tanques de óleo, lama, água, salmoura, cimento, petróleo, entre outros.
Entenda como funciona o serviço de limpeza de tanques offshore
A limpeza de tanque offshore se inicia com a retirada do resíduo que sobra com bombas pneumáticas. Em seguida, é necessário inertizar o tanque, para que possa iniciar a retirada do que está sedimentado. O resíduo retirado deve ser acondicionado em tambores para posteriormente ter uma destinação correta. Após isso, a próxima etapa é manter as paredes e o fundo dos tanques offshore limpos e esse tipo de serviço é feito através do equipamento de hidrojato.
A limpeza de tanques offshore com hidrojato pode ser aplicada tanto para superfícies com baixo grau de sujidade, como também para situações em que há incrustação e o grau de sujidade é mais elevado.
A C-Tank é uma empresa de limpeza de tanques offshore no RJ que possui uma vasta e rica experiência em relação a higienização de tanques industriais em geral. Para isso, conta com uma equipe de excelência que realiza desde o planejamento até a execução de serviços de limpeza de tanques offshore, contando com todo equipamento necessário, garantindo assim segurança e a eficiência de toda limpeza que requer altíssima complexidade.
Quais são os requisitos essenciais para limpeza de tanques offshore?
Em todo tipo de limpeza existem alguns pontos que precisam ter mais atenção, e na limpeza de tanques offshore isso não é diferente. Devido ao fato de ser feito fora da terra firme, é necessário tomar alguns cuidados, sobretudo em relação a questões que envolvem a preservação do meio ambiente.
Vale ainda ressaltar que não adianta recolher os resíduos e descartar em qualquer lugar, pois isso pode gerar multas ambientais, além de prejudicar o meio ambiente. Portanto, antes de realizar a limpeza de tanques offshore é fundamental observar alguns fatores que vamos citar a seguir:
Sobre esvaziamento: É importante esvaziar os tanques de navios cargueiros antes de começar a limpeza, pois a bomba principal não é capaz de realizar a coleta dos resíduos. Trabalho manual: Em alguns casos é necessário um trabalho manual para finalizar a limpeza de tanques offshore, o que é uma tarefa muito demorada e muito perigosa, pois podem conter gases e líquidos inflamáveis.
Segurança: Neste aspecto a maior importância para a realização das limpezas offshore é o fato de estar fora da terra firme, isso já é motivo para ficar alerta, pois qualquer erro pode causar algum problema com poucas chances de recuperação.
Utilizar tecnologias: é sempre uma boa opção adotá-las para fazer a limpeza de tanques offshore. A utilização de unidades de limpeza a vácuo, por exemplo, ajudam a garantir um trabalho mais seguro e eficiente.
Eficiência: é algo fundamental para a limpeza offshore, pois os sistemas de limpezas utilizados em navios são operações de limpezas dos tanques em grandes alturas e profundidades, além de possuírem extensões enormes. Buscar por melhorias constantemente para um serviço de limpeza offshore, como novas técnicas e novas tecnologias é essencial para garantir um serviço de qualidade e perfeição.
Descarte: é uma das partes mais importantes e que deve ser realizada de forma correta, pois os resíduos são poluentes e por conta disso precisam ser armazenados e levados para descarte em terra firme, bem longe do mar.
Enfim, a limpeza de tanques offshore são serviços necessários e de extrema importância. E é necessário estar atento aos requisitos que são considerados obrigatórios para que o funcionamento da sua empresa continue sendo permitido e trazendo resultados. Ter uma empresa de limpeza e manutenção que garanta tecnologia de ponta, que está sempre aprimorando técnicas e respeitando o meio ambiente é algo fundamental. Pense nisso!
A pandemia do novo coronavírus tem trazido diversos assuntos e medidas à tona. A higienização tornou-se uma necessidade cada vez mais lembrada e abordada. No entanto, ainda restam muitas dúvidas quanto aos procedimentos de higienização adequada dos ambientes. Como higienizar de forma segura?
Conter a proliferação de um vírus não é nada fácil. Para piorar, quando as informações se cruzam, fica muito difícil entender a diferenciação entre os termos e conceitos que podem reduzir os níveis de contágio. Por isso, neste artigo vamos explicar quais as diferenças entre os conceitos de limpeza, desinfecção, higienização, sanitização e esterilização.
Segundo a Associação Brasileira do Mercado de Limpeza Profissional (Abralimp), limpeza é basicamente a remoção da sujeira de superfícies. A utilização de um produto químico no processo convencional de limpeza pode promover uma redução de até 60% de microbiologia, caso o trabalho seja feito com boa esfregação e enxágue. A limpeza por si só não é o suficiente para remover vírus e bactérias.
Para desinfectar um ambiente, é necessário fazer uso de um desinfetante de uso geral, produto que busca remover das superfícies 99,999% das bactérias, germes e vírus, assim como o Covid-19, reduzindo-os a níveis não patogênicos. O tempo médio de contato não pode passar de 10 minutos.
Por sua vez, a higienização é o processo de limpeza seguida da desinfecção. Para higienizar, é preciso fazer uma limpeza completa eliminando todas as sujidades do ambiente, e posteriormente, efetuar a aplicação de um desinfetante apropriado.
Já a sanitização é a opção mais apropriada para a indústria alimentícia. Ela prevê a utilização de sanitizantes específicos capazes de eliminar níveis de componentes microbiológicos. Esse processo não se aplicaria ao dia a dia. Comparado à desinfecção, ele remove 100 vezes menos microrganismos.
A esterilização de um ambiente se dá pela limpeza através de processos físicos ou químicos restritos. Esse processo é uma ótima opção para locais que exigem segurança completa e eliminação de 100% dos microrganismos, como salas cirúrgicas de hospitais. Já em ambientes residenciais e empresas em geral, é recomendado o processo de higienização.
E aí, gostou de saber as diferenças? Então aproveite para conhecer como a C-Tank pode ajudar sua empresa com Bio-descontaminação de Embarcações Offshore.
Fundamentais no processo de extração de óleo e gás, os tanques de armazenamento de um FPSO são peças-chaves no trabalho offshore. Por conta disso, a qualidade da limpeza de tanque em um FPSO é um fator alarmante, já que perdas na produção podem proporcionar prejuízos em cascata.
Nenhum trabalho realizado em um FPSO é fácil, principalmente, porque ele está localizado em áreas marítimas de grande profundidade. Tem curiosidade de saber como funciona a limpeza de tanque em um FPSO? Acompanhe este artigo e descubra.
Antes de falar sobre a limpeza de tanque em um FPSO, é preciso entender para que serve essa plataforma. Em português pode-se traduzir Floating Production, Storage and Offloading como Unidade Flutuante de Produção, Armazenamento e Descarga. Esse ativo offshore atua na extração de petróleo e gás em alto mar, trabalhando muitas vezes com reservas abundantes.
Apesar de offshore, a construção dos ativos acontece em terra firme para posteriormente serem içados e afixados na área ideal de extração. Em alguns casos eles ficam flutuando onde se extrai o petróleo.
Para além da construção e instalação do ativo, é feito um estudo na área escolhida para que se conheçam as condições de trabalho e os fatores de risco, como os ambientais.
A América do Norte e a Europa lideram o mercado global de FPSOs com reservas de petróleo e gás bem estabelecidas o suficiente para manutenção do destaque.
O FPSO depende do tanque de armazenamento para receber e manter todo o óleo extraído dos poços. Um navio de petróleo vai até o FPSO para recolher o material. Assim, geralmente, os tanques são esvaziados semanalmente. O óleo e a água sugados inevitavelmente quando se extrai o petróleo é encaminhado para outras etapas de produção, liberando a continuidade dos processos de extração e armazenamento.
A operação de esvaziamento dos tanques é conhecida como Offloading. Nessa fase, o conteúdo armazenado no tanque é bombeado para um petroleiro. Porém, não é sempre que o tanque vazio está disponível para receber mais resíduos.
Os tanques de armazenamento podem acumular borras e sujeiras, diminuindo a capacidade de armazenamento do que se produziu. Se a capacidade completa do tanque não está sendo explorada devido a acúmulos, é hora de executar a limpeza.
Desse modo, inicia-se um processo de offloading novamente para que a empresa contratada execute a higienização. Uma vez que o tanque está vazio, é preciso garantir a qualidade da ventilação, analisando os níveis de concentração de oxigênio e gases tóxicos dentro da superfície. Somente depois disso deverá ser permitida a entrada de colaboradores.
Será que existe material radioativo presente no reservatório? É preciso checar. O resultado dessa monitoração determinará a necessidade de descontaminação do local junto a limpeza.
Se houver material radioativo, os profissionais envolvidos deverão ser dosimetrados, além de utilizar os EPIs certos. O ideal é que a equipe possa contar com um Supervisor de Radioproteção.
Qualquer problema que surgir durante o processo de limpeza de tanque em um FPSO obrigará que a plataforma permaneça parada até que o caos seja resolvido. Vale lembrar que um FPSO interditado gera prejuízo. Portanto, vale a pena contar com uma empresa capaz de otimizar o tempo e garantir a qualidade de performance. A C-Tank é a opção ideal para realizar esse trabalho de forma profissional.
Gostou de saber mais sobre como funciona a limpeza de tanque em um FPSO? Então entre em contato conosco e tire suas dúvidas. Queremos falar com você!
Por mais que possa parecer menos prioritária, a higienização na indústria é uma das atividades mais importantes para o ambiente de trabalho. Ela influencia diretamente na qualidade de todos os processos, aumentando os níveis de produtividade e saúde. Mas como fazer o planejamento de limpeza ideal?
O cenário industrial pode propiciar a difusão de vírus, bactérias e fungos, elevando o risco de contração de doenças ou acidentes de trabalho provocado por sujeiras escorregadias e coisas do tipo. Isso sem falar no quanto o odor desagradável pode impactar negativamente o ambiente.
O papel de entender a importância do planejamento de limpeza industrial não cabe só a quem limpa, mas também aos gestores. Por isso, neste post você entenderá mais sobre os efeitos positivos de cronograma bem feito, bem como aprenderá a criar uma escala perfeita para a rotina da sua empresa. Vamos lá?
Toda empresa precisa ter processos bem definidos. Nessa escala de organização, inclui-se a criação de uma agenda que separe atividades por prioridades e determine a execução e conclusão das atividades. Esse processo de gestão não só aprimora a qualidade processual, como também fortalece no legado da empresa, que passa a contar com um tipo de manual de instruções do conjunto de tarefas.
Indústrias costumam ser espaçosas e conter várias cadeias produtivas. Sendo assim, quando não há um norte para as atividades empregadas, fica muito mais difícil manter um padrão.
Atuando como um verdadeiro guia para o gestor, o planejamento de limpeza industrial é uma ferramenta que facilita o supervisionamento de todo o trabalho executado. Para além disso, é por meio dele que se enxerga se as tarefas estão sendo executadas de forma correta, e o que precisa ser corrigido, eliminando retrabalho.
Um dos recursos mais famosos nesse procedimento é checklist. Ele funciona como uma lista de tudo o que deve ser feito no prazo determinado. Dentro disso, é possível dividir as ações entre aquelas que exigem atenção diária, semanal ou mensal, podendo variar entre segmentos. Continue acompanhando para saber como criar o cronograma perfeito.
Um planejamento de limpeza industrial considera, sobretudo, a periodicidade das ações listadas. Locais com alto fluxo de pessoas diariamente exigem ações diárias de modo diferente de espaços menos agitados.
É claro que diversas ações podem ser generalizadas, mas é também muito importante criar um cronograma que se encaixe com a realidade de cada empresa, de modo personalizado.
Para que você monte seu planejamento, daremos dicas sobre atividades aplicadas a alguns segmentos comuns de fábrica.
Uma área que exemplifica a demanda de cuidados diários é a indústria alimentícia. O cronograma deve ser muito bem-feito, por conta da relação direta com resíduos de ingredientes ou do produto pronto.
Para lidar com o volume de sujeira seja alto, esse setor precisa contar com uma mão de obra especializada e experiente com higienização industrial em empresas de alimento. É essencial acompanhar os requisitos Análise de Perigos e Pontos Críticos de Controle (APPCC). Dentre as regras de proteção, a análise regula o uso de uniforme especial para esse tipo de procedimento (como luvas, toucas, e bigodeiras) e as proibições (como o uso de joias, perfumes e cremes).
Na limpeza diária, deve-se incluir os banheiros, cozinhas, refeitórios, entrada e lixeiras. Todos os produtos em uso devem ser liberados pela Anvisa. Isso diminui os riscos de contaminação.
Busque entender a frequência com que a sua empresa lida com resíduos e volume de lixo. Caso a frequência não seja tão alta como no exemplo que demos, você pode optar por procedimentos generalizados entre os segmentos industriais. Confira a seguir:
Uma faxina completa nas instalações pode ser feita uma vez por semana. No entanto, tudo depende do tamanho da indústria, fluxo de pessoas e acúmulo de impureza.
É fundamental que uma equipe capacitada haja com conhecimento do segmento industrial. O manuseio de produtos para limpeza de maquinário e os equipamentos não é tão simples e exige cuidado. É muito comum, por exemplo, fazer uso do dióxido de carbono e gelo seco. Sobre os cuidados, que podem ser incluídos no cronograma semanal estão:
A indústria farmacêutica, ao contrário do que muitos pensam, é um bom exemplo de limpeza industrial mensal. Neste segmento, a atenção especial vai para os padrões de segurança e sanitários. Sendo que todos os produtos devem ter certificação da Anvisa.
Os equipamentos e produtos utilizados para este tipo de limpeza específico não podem, sob hipótese alguma, contaminar matérias-primas, produtos prontos e máquinas.
Vale lembrar que a manipulação de substâncias químicas requer um cuidado com esterilização dos equipamentos de contaminação. No dia da limpeza, a produção costuma ser paralisada parcial ou totalmente, sendo impossível realizar um serviço de qualidade sem tal condição. Já que as atividades normais deverão ser retomadas o quanto antes possível, a limpeza deverá ser feita, mais do que nunca, por equipe capacitada e experiente.
Um planejamento seguido sem contratempos reduzirá ou anulará o risco de atrasos no cronograma. Portanto, adiante procedimentos, etapas e prazos com o s responsáveis pela limpeza antes da execução do trabalho, planejando tudo com antecedência.
Dentre as ações mensais de higienização que podem ser feitas, podemos citar:
Como você viu, a higienização é essencial na indústria, e pode ser dividida de acordo com prioridades. Fazer tudo ao mesmo tempo pode ser um tiro pela culatra, confundindo o time e possibilitando que ações não sejam realizadas em função da simultaneidade de atividades.
Lembre-se de deixar especificado no planejamento de limpeza a ordem exata das ações, bem como a periodicidade e prazos temporais. Assim, nada será deixado de lado.
Se interessou por saber como funciona a limpeza de tanque? Então confira nosso artigo específico sobre esse serviço.
Popularmente conhecido como enferrujamento, por mais que pareça sempre igual, o processo de decomposição dos metais é diferente. Entender os tipos de corrosão é uma tarefa necessária para que se saiba como agir. Quer aprender como? Continue acompanhando este artigo.
Na maioria das vezes em que se fala em corrosão, estamos colocando em pauta um agente causador principal: o tempo. Não há dúvidas de que esse fator determina o desgaste dos metais, polímero e concreto. No entanto, é necessário pontuar agentes que aceleram esse processo, bem como os diferentes tipos de corrosão.
A corrosão em si se dá pela transformação da forma metálica em íons por meio da transferência de elétrons do metal para um outro metal (ou outro elemento químico).
A deterioração de um metal pode acontecer de distintos modos. Um olhar frio e não aprofundado diria que as corrosões parecem todas iguais. Porém, a história não é bem assim.
A seguir, você aprenderá a identificar variedades, descobrindo a importância prática dessa diferenciação. Acompanhe.
Este é o tipo de corrosão mais popular. Nele, os efeitos podem ser acompanhados em todas as partes do metal que se mantiverem em contato com agentes aceleradores de enferrujamento.
Ainda que atinja toda a superfície exposta do metal, a corrosão uniforme é o tipo mais possível de se combater. Isso porque ele é também mais visível.
Comum em metais que têm películas, a variedade em placas ocupa partes do material dando um aspecto de depressões. Com a deterioração em velocidade progressiva, os pedaços da peça se desprendem aos poucos vão se desprendendo da peça aos poucos.
As películas aumentam em espessura e, ao se romperem, exibem as partes antes protegidas ao enferrujamento. Desse modo, as escavações tomam forma e desnivelam a peça.
Também conhecida como corrosão por pits ou pites, essa categoria também apresenta desníveis e escavações, ainda que mais redondas e menos profundas do que o diâmetro.
O nome alveolar está ligado à aparência de alvéolos nas escavações. Já o famoso “pit” tem a ver com o termo Pitting Corrosion, que em português significa corrosão por orifícios e picadas.
Em alguns casos, essa corrosão, que é causada por oxigênio, chega a furar a peça. Elas exigem uma avaliação minuciosa, pois podem cobrir uma área com pouco destaque.
A esfoliação é um tipo frequente em chapas e ligas de alumínio, geralmente paralela à superfície metálica. Até mesmo o trabalho mecânico pode acelerar essa corrosão, favorecendo a desintegração do material no formato de placas paralelas em reação com o meio ambiente.
Principalmente por conta da exposição à alta temperatura, esse tipo de corrosão específico acontece em torno das soldas. Ele aparece em peças de aço desestabilizadas ou níveis de carbono superiores a 0,03%.
Vale lembrar que os sinais de deterioração nas soldas são muito frequentes e podem ser acompanhados naturalmente com o passar do tempo. Uma soldagem cautelosa ajuda a evitar cenários propícios à corrosão.
Esse tipo de corrosão é acelerado por conta do gás. Ele acerta o metal na variedade atômica, crescendo em pouco tempo de acordo com seu pequeno número atômico. A ferrugem vai surgindo em todas as partes atingidas. O hidrogênio se transforma no molecular assim que penetra o material, deixando-o muito vulnerável e exposto a danos gerais. A pressão gera bolhas que se estouram e geram orifícios e ferrugem.
Podemos elencar alguns fatores que intensificam o aparecimento do empolamento pelo hidrogênio. São eles:
Esse tipo lembra muito o que acontece no cordão de solda, se repetindo em arruelas, roscas, porcas e parafusos. Soldas próximas às peças oxidadas também podem ser atingidas.
O principal causador da deterioração é a alta temperatura e a intensidade vai de acordo com a profundidade e largura da fresta. Quanto mais profundas e estreitas, mais vulneráveis elas serão. Nesse caso, para retardar o processo de ferrugem, recomenda-se a utilização de peças limpas e sem incrustações.
Popular entre os materiais de ferro fundido cinzento, essa corrosão acontece independentemente do aumento de temperatura. Mesmo no clima ambiente, o ferro fundido entra em deterioração, ás vezes sem provocar diferença nas dimensões da peça. Se o caso for de corrosão grafítica as propriedades mecânicas do material serão alteradas e não há chances de reparos. Portanto, o combate deve ser exclusivamente preventivo, com o uso de inibidores de corrosão e revestimentos específicos.
A eficiência das medidas de combate varia conforme os tipos de corrosão. No entanto, as ações podem coincidir e demonstrar utilidade de modo geral.
Lembre-se que não há nada mais eficiente do que atuar de modo preventivo, reduzindo as chances do processo de ferrugem. Agora, caso precise atuar de forma corretiva, o método mais utilizado na indústria é a galvanização.
Para quem não está familiarizado com o termo, galvanizar é o mesmo que aplicar uma camada de zinco no material. Essa substância reveste o metal e livra a peça de traumas.
Há também revestimentos de outro tipo, como com o zarcão e o óxido de crômio ou ferro, e o uso de polímeros e folhas de flandres.
Uma boa parte da indústria dá preferência ao aço inoxidável, já que ele nunca enferruja. No entanto, sua utilização é limitada.
Agora que você já sabe diferenciar os tipos de corrosão, aproveite para conhecer melhor nossos serviços de tratamento e pintura de superfícies. Afinal, esta é uma das técnicas mais eficientes na preservação contra a deterioração. Confira e peça o seu orçamento agora mesmo.
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